Como me tornei Miss Garcia em três anos

O ano de 2006 foi especialmente importante na minha vida. Foi o ano que entrei na USP para estudar Pedagogia. Naquela época, eu sabia bem pouco sobre a educação brasileira, sobre Paulo Freire, não tinha muita profundidade sobre assuntos e temas que hoje considero essenciais para a formação do sujeito. Os anos foram passando, experiências … Continue lendo Como me tornei Miss Garcia em três anos

Mind the gap. (Ou quanto tempo demora uma adaptação)

Mind the gap   Essa frase faz parte da rotina de milhares de pessoas que vivem em Londres. Nos trens, metrô e ônibus o recado é claro: cuidado com o vão.   Num dia de chuva, numa plataforma de uma estação de trem antiga eu me vi sozinha e olhando para o chão... O recado … Continue lendo Mind the gap. (Ou quanto tempo demora uma adaptação)

24 coisas que descobri em 24 meses de Inglaterra

1. Ser imigrante te torna mais ainda brasileiro; 2. O puerpério é difícil, mas o puerpério no estrangeiro é devastador; 3. É incrível ser turista na cidade em que se mora, nenhum final de semana é monótono; 4. Fazer amigos em terras estrangeiras leva tempo, sejam eles brasileiros ou não; 5. Apesar do item 3, … Continue lendo 24 coisas que descobri em 24 meses de Inglaterra

A maternidade, a primeira infância e o lugar da mulher

Nem o frio, nem o gosto de calcário na água, nem os sotaques diversos para compreender um inglês todo carregado, nem a saudade. De todas as mudanças que tive que experimentar, a maior delas foi encarar a maternidade em terras estrangeiras. Deve ser difícil mudar de país para todo mundo. Mas mudar de país com duas … Continue lendo A maternidade, a primeira infância e o lugar da mulher

Ano novo, novo eu

Essa Camila que sou hoje começou a ser feita lá atrás, ainda em 2016. Naquele ano, enquanto gestava Liv preparava as malas e a vida para a maior mudança de todas. Desde seu nascimento a casa era um amontoado de coisas entre “o-que-ía” e “o-que-ficaria”. Doações (muitas, muitas mesmo. Por que a gente acha que … Continue lendo Ano novo, novo eu

Não é a montanha que conquistamos, é a nós mesmos

Emigrar é uma decisão difícil. Emigrar para nós (eu e Rodrigo) foi uma decisão altruísta. Altruísta porque fizemos isso pensando em tudo o que poderíamos oferecer para as meninas. Deixamos para trás família, amigos, carreiras, habilidade de um idioma materno, décadas de histórias e toda uma estabilidade que a vida “já pronta” poderia nos oferecer. … Continue lendo Não é a montanha que conquistamos, é a nós mesmos

A volta ao mundo em uma ida ao mercado

Todas as vezes que vou ao mercado reflito sobre a história da alimentação britânica. Sabemos que gastronomia não é um dos fortes desse povo. E ainda bem que tantos imigrantes vivem aqui. Graças a nós a culinária do dia a dia tem mais cores e sabores. nota de rodapé: todos os alimentos embalados em plástico... … Continue lendo A volta ao mundo em uma ida ao mercado